Exposição Flux de Ken Naham inaugurada este sábado na Sala de Ilustração do CAE
Em “Flux”, Ken Nahan explora o equilíbrio dinâmico entre ordem e movimento — o processo contínuo de transformação que define tanto a natureza quanto o ato criativo.A exposição reúne obras sobre cartas náuticas, colagens e papéis artesanais, cada suporte servindo como uma superfície distinta para a improvisação. Nas cartas, os gestos pintados fluem sobre linhas geográficas como se traçassem correntes invisíveis sob as superfícies medidas do mundo. Em contraste, os desenhos menores sobre papel artesanal — íntimos, rítmicos e contidos — revelam o mesmo sentido de movimento destilado à sua essência.Através desse diálogo entre precisão e espontaneidade, “Flux” convida o espetador a perceber as marés invisíveis que conectam tempo, memória e movimento.
Patente de 21 de fevereiro até 5 de abril na Sala de Ilustração do Centro de Artes e Espetáculos.
Sem comentários:
Enviar um comentário