quarta-feira, 1 de julho de 2026

A zona sul (e o concelho) mais ricos > após a colocação de azulejos em muro da praia da Leirosa da autoria da artista plástica Conceição Ruiva

Há uns anos a esta parte que a associação de moradores tem vindo a embelezar esta localidade em parceria com a associação Arte Galego Portuguesa.
O painel de azulejos com o tema "Em Defesa dos Oceanos" e ainda um recanto com o avental da peixeira e o refrão da Marcha, avivam a memória de outros tempos.

A obra é da autoria de Conceição Ruiva que, só na margem sul do concelho da Figueira da Foz tem mais de 15 painéis de azulejos em obra pública monumental, quer em escolas, ruas, pracetas e rotundas, e também na Casa do Povo, Gimnodesportivo e Centro de Saúde, alusivos aos usos e costumes das freguesias de Alqueidão, Paião, Marinha das Ondas e Lavos.

Este ano, a convite do Plano Nacional das Artes e inserida no projeto multicultural - Mosaico Global - a artista plástico trabalhou com duas escolas do Agrupamento de Escolas de Paião, em Sta Luzia em Lavos e Marinha das Ondas.

No próximo ano letivo serão contempladas as escolas de Alqueidão e Sobral - Paião.

Livro de Afonso Calé Marques 'Não me deixes morrer sem ter vivido' vai ser apresentado no Jardim Interior do CAE com a presença do Dr. Pedro Santana Lopes

O Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz acolhe, no próximo dia 8 de julho, pelas 19h00, a apresentação do livro “Não me deixes morrer sem ter vivido”, da autoria de Afonso Calé Marques, Embaixador do Plano Nacional de Ética no Desporto. A sessão, aberta ao público, decorrerá no Jardim Interior do CAE, espaço cuja atmosfera de serenidade e recolhimento dialoga intimamente com o espírito da obra. O evento contará com a presença do Sr. Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Dr. Pedro Santana Lopes.“Crescer com pressa de sair de casa aos 15 anos, de vencer, e de ser ‘alguém’. Mas entre a liderança e a solidão, foi preciso travar a fundo.” Assim se abre a sinopse de um livro que parte da experiência pessoal para tocar temas universais: a pressa de viver, o peso de sentir num mundo anestesiado e a descoberta de que a verdadeira eternidade não está em nunca morrer, mas na forma como escolhemos amar.

“Não me deixes morrer sem ter vivido” apresenta-se como um convite “aos que amam sem medida, choram sem vergonha e se recusam a passar pela vida em silêncio”. Uma leitura para fazer devagar e sentir depressa, dirigida a quem tem apenas um medo: morrer sem ter vivido verdadeiramente.

A sessão de apresentação contará com a presença do autor e promete ser um momento emotivo da programação de verão do CAE.

Afonso Calé Marques é Embaixador do Plano Nacional de Ética no Desporto, função em que se dedica à promoção dos valores do fair play, da ética e da cidadania no contexto desportivo. Em “Não me deixes morrer sem ter vivido”, revela uma faceta íntima e literária, partilhando com o leitor as aprendizagens que a vida lhe confiou em silêncio.